quinta-feira, 4 de junho de 2009

Educação Musical - Afinal, o que é Música?

Uff... pensei que não conseguiria postar mais nada, além da apresentação!

Verdade que ainda não encontrei um formato para organizar os assuntos, mas creio que com o tempo irei amadurecendo, e já já nosso banquete terá um Menu maravilhoso! Assim espero :)

Sem mais delongas, criei a categoria Educação Musical. Para iniciá-la lancei a seguinte pergunta: Afinal, o que é Música?

Mais do que ficar especulando sobre definições, porque há quem diga que música é uma arte por meio da qual os afetos da alma são manifestos, vamos pura e simplesmente considerá-la como um Fenômeno Sonoro que ocorre num fluxo do tempo.

Uai Carol, mas podemos expressar (ou pelo menos ter a intenção) estes afetos da alma através da música, não é verdade? Sim! Inclusive existe a Teoria dos Afetos, que nos orientam na área da performance. Mas, pense um pouco. E a música que não expressa nada do que sinto, não toca no meu interior e não se relaciona comigo? Deixa de ser música por isso? Certamente que não!

Claro que não vamos ser hipócritas ao ponto de dizer: "Gosto de tudo!" porém, se tiver algum leitor aqui que se encaixe nesse perfil, perdoe-me, mas acredito que sempre haverá algo de que gostamos mais! Todavia, também não posso dizer: "Não gosto disso!" sem mesmo antes me perguntar o porquê. Afinal, é necessário ter argumentos pois, "Porque não!" nunca foi uma boa resposta.

Voltando à concepção de música como um fenômeno sonoro, para que este ocorra, é necessária a presença de dois agentes: um produtor e um receptor, que possibitarão um "Diálogo Musical", uma vez que entendemos que a Música é uma Linguagem e se apropria de códigos específicos a ela.

Pois bem, uma vez que somos inseridos neste universo, aprendemos a decodificar esta linguagem. Podemos de certa forma romper com o mito: "Música para os talentosos". Afinal, ela é passível de ser aprendida, vivenciada por todos.

Tenho tentado aprender o idioma japonês (a propósito recomendo o blog Nihongo Naraê do meu amigo Gabriel Ueda), já pensou se existisse o mito: "Japonês para os talentosos" ... hehe.. o que seria de mim, hein Ueda Kun? Estaria perdida! =P

Por hoje ficamos aqui!

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